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As peripécias administrativas de Haddad

Arbitrariedade, amadorismo e incompetência resumem a principal ação de mobilidade da prefeitura em uma cidade de 11 milhões de habitantes

Os paulistanos que percebem amadorismo em vez de empreendedorismo, trapalhadas confundidas com pioneirismo e, principalmente, incompetência na gestão pública no lugar de inovação são categorizados como pessimistas e arrogantes em suas avaliações sobre a gestão de Fernando Haddad.

O prefeito de São Paulo está longe de ser o administrador de vanguarda e de fazer a “virada civilizatória” de que a cidade precisa.

Uma gestão que corta em 40% o orçamento da Assistência e Desenvolvimento Social, que não fiscaliza prestadores de serviço e serve merenda estragada nas creches, que põe fim à inspeção veicular—que diminuiu em até 30% a poluição na cidade—, que estimula as invasões de área privada como forma de obter moradia popular e que é letárgica até na entrega de uniformes aos alunos da rede municipal pode ser considerada qualquer coisa, menos inovadora.

O prefeito ganhou a eleição…

Leia a íntegra aqui.
Postado por Floriano Pesaro, Folha de S. Paulo em 07/11/14
cidades · fernando haddad, mobilidade, são paulo
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